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Covid-19: o perigo das mutações do coronavírus.


À medida que as novas mutações do coronavírus Sars-Cov-2, que causa a Covid-19, evoluem, novos estudos sugerem a possibilidade de alguma variante ser capaz de sobreviver à imunidade de uma infecção anterior ou mesmo romper a proteção imunológica desencadeada por uma vacina. Essa preocupação já é compartilhada pelas empresas farmacêuticas, governos e pela sociedade como um todo. Estamos correndo risco de começar tudo do zero novamente? É o que vamos tentar entender no conteúdo de hoje.


Como os vírus sofrem mutações no decorrer do tempo.


Todos os vírus evoluem com o tempo. Quando um vírus se replica ou faz cópias de si mesmo, ele pode mudar um pouco. Essas mudanças são chamadas de “mutações”. Um vírus com uma ou mais novas mutações é chamado “variante” do vírus original.


Quando um vírus circula amplamente, sem restrições, em uma população, causa milhares de infecções, aumentando a probabilidade de mutação. É uma simples questão aritmética e estatística. Quanto mais um vírus se espalha, mais se replica e mais oportunidades terá de sofrer mutações.

A maioria das mutações virais tem pouco ou nenhum impacto na capacidade do vírus de causar infecções e doenças. Mas, dependendo de onde as alterações estão localizadas no material genético, elas podem afetar as propriedades principais do vírus, como a capacidade de transmissão (que pode variar para mais ou para menos) ou gravidade da doença (mais ou menos aguda). É o que se observa atualmente com a variante P1.


As vacinas para Covid-19 atualmente aplicadas estão em risco de perder a eficácia?


O Dr. Ricardo Kosop explica:


SOLICITAR UM VÍDEO DO DR. RICARDO KOSOP COMENTANDO SOBRE O RISCO DAS NOVAS VARIANTES COMPROMETEREM A EFICÁCIA DAS VACINAS CONTA A COVID-19.


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